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Valeriana officinalis L.

Valeriana officinalis L. é a espécie vegetal da qual a droga vegetal de valeriana é constituída pelos órgãos subterrâneos secos — raízes, rizomas e estolões — inteiros ou fragmentados. A monografia estabelece características de identidade, preparo ou qualidade no contexto descrito. Não comprova eficácia clínica nem conformidade de um lote específico.

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O que a monografia descreve sobre Valeriana officinalis L.?

A monografia estabelece características de identidade, preparo ou qualidade no contexto descrito. Não comprova eficácia clínica nem conformidade de um lote específico.

Valeriana officinalis L. é a espécie vegetal da qual a droga vegetal de valeriana é constituída pelos órgãos subterrâneos secos — raízes, rizomas e estolões — inteiros ou fragmentados. Na monografia de qualidade, essa droga vegetal apresenta requisitos mínimos de óleos essenciais e de ácidos sesquiterpênicos totais, expressos em ácido valerênico.

Referências: [1]

A definição refere-se à droga vegetal de rizoma e raiz, não a todas as preparações ou produtos que possam conter valeriana.

Quais usos da preparação fitoterápica estão documentados?

A informação se aplica à espécie, parte vegetal e preparação descritas na monografia. A referência não estabelece equivalência entre todas as preparações da planta.

No Memento Fitoterápico, a preparação de Valeriana officinalis L. é descrita como usada como sedativo moderado, hipnótico e no tratamento de distúrbios do sono associados à ansiedade. O Formulário de Fitoterápicos também a descreve como auxiliar como sedativo leve e indutor do sono.

Referências: [2][3]

As descrições referem-se a preparações fitoterápicas de valeriana; não estabelecem a mesma finalidade para qualquer matéria-prima, extrato ou produto individual.

Quais preparações da planta estão documentadas?

A informação se aplica à espécie, parte vegetal e preparação descritas na monografia. A referência não estabelece equivalência entre todas as preparações da planta.

Devem ser diferenciadas as cápsulas ou comprimidos que contêm a droga vegetal, isto é, raízes secas, daqueles que contêm extratos. A monografia menciona extratos hidroetanólicos obtidos com 40% a 70% de etanol, extratos aquosos e tintura. Portanto, raiz seca, extrato aquoso, extrato hidroetanólico e tintura são preparações distintas, ainda que derivadas da mesma espécie vegetal.

Referências: [4]

A fonte lista as formas e os tipos de extrato, mas não fornece especificações de composição para cada cápsula, comprimido ou produto comercial.

Quais cuidados da preparação fitoterápica estão documentados?

A informação se aplica à espécie, parte vegetal e preparação descritas na monografia. A referência não estabelece equivalência entre todas as preparações da planta.

Para as preparações fitoterápicas de Valeriana officinalis L. monografadas, o uso é contraindicado para menores de 12 anos, gestantes, lactantes e pessoas com hipersensibilidade ou alergia aos componentes. Pode causar sonolência; por isso, não é recomendada antes de dirigir, operar máquinas ou realizar atividades de risco que exijam atenção.

O Memento informa que o fitoterápico pode potencializar outros depressores do sistema nervoso central e recomenda evitar bebidas alcoólicas pela possível exacerbação dos efeitos sedativos. Para barbitúricos, anestésicos e benzodiazepínicos, relata efeito aditivo observado em estudos em animais.

Em ensaios clínicos com diferentes extratos secos padronizados de Valeriana officinalis L., foram relatados tontura, desconforto gastrointestinal, alergias de contato, cefaleia e midríase; os efeitos foram descritos como raros, leves e semelhantes aos do placebo.

Referências: [5][6][7][8]

Os cuidados são apresentados para preparações fitoterápicas de valeriana e não substituem a avaliação das características de uma formulação específica. O efeito aditivo com barbitúricos, anestésicos e benzodiazepínicos foi relatado em estudos em animais. Os efeitos adversos citados foram relatados especificamente para diferentes extratos secos padronizados em ensaios clínicos.

Para profissionais

Informações técnicas de Valeriana officinalis L.

Identidade e controle de qualidade

A monografia estabelece características de identidade, preparo ou qualidade no contexto descrito. Não comprova eficácia clínica nem conformidade de um lote específico.

Nas monografias de qualidade, a droga vegetal de rizoma e raiz deve conter no mínimo 0,3% de óleos essenciais e 0,17% de ácidos sesquiterpênicos totais, expressos em ácido valerênico. A tintura é preparada a 20% (p/v), por maceração ou percolação, com álcool etílico a 70% (v/v).

O extrato fluido é preparado na proporção droga:solvente 1:1 (p/v), por maceração ou percolação, com álcool etílico a 70% (v/v). Para identificação de tintura e extrato fluido, são descritos ensaios de cromatografia em camada delgada com referências de ácido valerênico e ácido acetoxivalerênico.

Referências: [1][9][10][11][12]

Esses parâmetros documentam identidade, preparação e controle de qualidade das formas monografadas; não demonstram eficácia clínica.

Cobertura documental de Valeriana officinalis L.
InformaçãoO que está disponível nesta página
Nome e identificaçãoNome nesta página: Valeriana officinalis L. Código DCB: 9928. Conferir esses dados ao comparar documentos, sais, hidratos ou outras variantes.
Monografia de qualidadeHá resposta baseada em monografia de identidade ou qualidade. Conferir a edição, a preparação e as especificações citadas; a monografia não atesta a conformidade de um lote adquirido.
Preparação fitoterápicaHá resposta baseada em monografia de preparação fitoterápica. Conferir nome botânico, parte utilizada, tipo de extrato e preparação no documento citado.

Como conferir identidade, preparação e especificações nas fontes

Consultar identificadores e dados de referência
Denominação
Valeriana officinalis L.
Código DCB
9928
Classificação na DCB
PM

Número CAS não confirmado nas fontes consultadas.

Identificadores químicos não estabelecem equivalência entre sais, misturas ou preparações.