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O que é taurina?
A taurina é um ácido aminosulfônico naturalmente presente, descrito como derivado 2-amino do ácido etanossulfônico. Também é relatada como um composto naturalmente ocorrente relacionado ao metabolismo da metionina e da cisteína e como nutriente condicionalmente essencial durante o desenvolvimento de mamíferos.
Quais funções ou usos a referência descreve?
A descrição de função, atividade ou uso na referência não estabelece, por si só, indicação aprovada, eficácia clínica ou orientação de tratamento.
Em anotações químico-biológicas, a taurina é descrita com papéis de nutriente, metabólito humano, antioxidante e sequestrador de radicais. Essas classificações documentam funções atribuídas ao composto, mas não estabelecem eficácia clínica para uma condição específica.
Referências: [1]
As evidências fornecidas não sustentam uma indicação clínica aprovada no Brasil nem eficácia para tratar doenças específicas.
Quais preparações estão documentadas?
As fontes apresentadas nesta página não oferecem informação suficiente para responder a esta pergunta sobre o insumo.
Há informações de outro contexto na seção para profissionais; elas não substituem uma resposta a esta pergunta.
Quais observações de segurança constam na referência internacional?
Esta informação provém de uma referência internacional e não comprova aprovação, registro ou disponibilidade de um produto no Brasil.
Em informação internacional sobre suplementos nutricionais contendo taurina, a contraindicação mencionada é hipersensibilidade a qualquer componente do suplemento. Isso se refere ao suplemento que contém taurina, não estabelece uma contraindicação geral da taurina isolada.
Referências: [6]
Não foram fornecidas evidências sobre interações medicamentosas da taurina isolada, nem essa informação comprova aprovação ou indicação no Brasil.
Para profissionais
Informações técnicas de taurina
Identidade química, sais e variantes documentados
Esta seção distingue entidades químicas, nomes, formas físicas ou características estruturais. Não é um catálogo de apresentações farmacêuticas e não estabelece intercambialidade.
A taurina é documentada como pó seco e como sólido cristalino branco a creme; uma fonte também a descreve como cristais brancos grandes ou pó branco. Essas descrições são físicas e não definem uma apresentação farmacêutica, via de uso ou preparação clínica.
Não foram fornecidas evidências sobre sais de taurina, formas farmacêuticas específicas ou preparações que exijam diferenciação clínica.
Características químicas e experimentais documentadas
Conferir a entidade química, o método e as condições de cada dado. Uma descrição estrutural ou experimental não substitui a especificação e o certificado de análise do lote.
A taurina é descrita como solúvel em água. Quanto ao aspecto, as fontes a caracterizam como pó seco ou sólido cristalino branco a creme, podendo ocorrer como cristais brancos grandes ou pó branco. Também é relatada como inodora, embora outra fonte a classifique como quase inodora.
Referências: [7][3][4][5][8][9]
Há pequena divergência entre as descrições de odor: “inodora” e “quase inodora”.
| Informação | O que está disponível nesta página |
|---|---|
| Nome e identificação | Nome nesta página: taurina. Código DCB: 8306. CAS: 107-35-7. Fórmula molecular registrada: C2H7NO3S. Conferir esses dados ao comparar documentos, sais, hidratos ou outras variantes. |
| Descrição química | Há descrições químicas ou experimentais citadas nas respostas. Conferir a entidade, a unidade, o método e as condições informados antes de comparar propriedades. |
| Informação internacional | Há resposta baseada em informação internacional. Conferir jurisdição, data e produto ou substância da referência; esse documento não confirma registro brasileiro. |
Como conferir identidade, preparação e especificações nas fontes
Consultar identificadores e dados de referência
- Denominação
- taurina
- Código DCB
- 8306
- Número CAS
- 107-35-7
- Classificação na DCB
- INF
- Fórmula molecular
- C2H7NO3S
- Massa molecular (g/mol)
- 125.15
- PubChem CID
- 1123
Identificadores químicos não estabelecem equivalência entre sais, misturas ou preparações.
