Guia de insumos

Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville

Na monografia farmacopéica de barbatimão, o insumo é definido como a droga vegetal formada pelas cascas caulinares secas de Stryphnodendron adstringens (Mart.) A monografia estabelece características de identidade, preparo ou qualidade no contexto descrito. Não comprova eficácia clínica nem conformidade de um lote específico.

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O que a monografia descreve sobre Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville?

A monografia estabelece características de identidade, preparo ou qualidade no contexto descrito. Não comprova eficácia clínica nem conformidade de um lote específico.

Na monografia farmacopéica de barbatimão, o insumo é definido como a droga vegetal formada pelas cascas caulinares secas de Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville. A monografia também registra Stryphnodendron barbatimam (Vell.) Mart. como sinônimo. Nesse contexto, “casca do caule” abrange os tecidos localizados externamente ao câmbio vascular.

Referências: [1]

A definição refere-se especificamente à droga vegetal constituída por cascas caulinares secas.

Quais usos da preparação fitoterápica estão documentados?

A informação se aplica à espécie, parte vegetal e preparação descritas na monografia. A referência não estabelece equivalência entre todas as preparações da planta.

O Memento Fitoterápico da Farmacopeia Brasileira descreve Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville como cicatrizante. Essa informação pertence à monografia de preparação fitoterápica e não caracteriza uma indicação para qualquer forma, parte da planta ou produto que contenha a espécie.

Referências: [2]

A fonte apresentada não detalha condição clínica, população ou produto comercial específico para essa finalidade.

Quais preparações da planta estão documentadas?

A informação se aplica à espécie, parte vegetal e preparação descritas na monografia. A referência não estabelece equivalência entre todas as preparações da planta.

Devem ser diferenciadas as formas de uso externo descritas no Memento: creme com 10% de extrato glicólico de Stryphnodendron adstringens e pomadas com 5% de extrato glicólico ou com 3% de extrato seco. Extrato glicólico e extrato seco são apresentados pela monografia como preparações distintas, em formulações e concentrações específicas.

Referências: [3]

As formas citadas são de uso externo; a evidência fornecida não documenta outras vias de administração.

Quais cuidados da preparação fitoterápica estão documentados?

A informação se aplica à espécie, parte vegetal e preparação descritas na monografia. A referência não estabelece equivalência entre todas as preparações da planta.

Para as preparações fitoterápicas descritas no Memento, há contraindicação quando é necessária exsudação por drenos ou de forma espontânea. Formas externas não devem ser aplicadas em úlceras ou ferimentos que precisem de alta vascularização. Pela presença de taninos, deve-se evitar uso concomitante com sais de prata, bases proteicas e princípios ativos vasodilatadores. Pode ocorrer reação alérgica em pessoas com histórico de alergia a outras espécies vegetais.

Referências: [4][5][6][7]

Os cuidados se aplicam ao contexto das preparações fitoterápicas da monografia e não foram documentados para toda preparação possível da espécie.

Para profissionais

Informações técnicas de Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville

Identidade e controle de qualidade

A monografia estabelece características de identidade, preparo ou qualidade no contexto descrito. Não comprova eficácia clínica nem conformidade de um lote específico.

Para a casca seca de barbatimão, a monografia estabelece no mínimo 8% de taninos totais, expressos em pirogalol, e mínimos de 0,2 mg/g de ácido gálico e 0,3 mg/g de galocatequina, em relação à droga seca. As cascas secas são inodoras. A identificação contempla descrições macroscópica e microscópica, incluindo a do pó, e cromatografia em camada delgada.

Separadamente, a monografia prevê determinações de taninos totais por espectrofotometria de absorção no visível e de ácido gálico e galocatequina por cromatografia a líquido de alta eficiência. O armazenamento é em recipiente hermeticamente fechado, protegido da luz e do calor.

Referências: [1][8][9][10][11]

Esses parâmetros documentam identidade, especificação e controle de qualidade da droga vegetal; não demonstram eficácia clínica.

Cobertura documental de Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville
InformaçãoO que está disponível nesta página
Nome e identificaçãoNome nesta página: Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville. Código DCB: 9927. Conferir esses dados ao comparar documentos, sais, hidratos ou outras variantes.
Monografia de qualidadeHá resposta baseada em monografia de identidade ou qualidade. Conferir a edição, a preparação e as especificações citadas; a monografia não atesta a conformidade de um lote adquirido.
Preparação fitoterápicaHá resposta baseada em monografia de preparação fitoterápica. Conferir nome botânico, parte utilizada, tipo de extrato e preparação no documento citado.

Como conferir identidade, preparação e especificações nas fontes

Consultar identificadores e dados de referência
Denominação
Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville
Código DCB
9927
Classificação na DCB
PM

Número CAS não confirmado nas fontes consultadas.

Identificadores químicos não estabelecem equivalência entre sais, misturas ou preparações.