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Harpagophytum procumbens DC. ex Meissn.

Harpagophytum procumbens DC. ex Meissn., conhecido como garra-do-diabo, é uma planta cuja droga vegetal consiste em raízes secundárias tuberosas, dessecadas e apresentadas fragmentadas ou pulverizadas. A monografia estabelece características de identidade, preparo ou qualidade no contexto descrito. Não comprova eficácia clínica nem conformidade de um lote específico.

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O que a monografia descreve sobre Harpagophytum procumbens DC. ex Meissn.?

A monografia estabelece características de identidade, preparo ou qualidade no contexto descrito. Não comprova eficácia clínica nem conformidade de um lote específico.

Harpagophytum procumbens DC. ex Meissn., conhecido como garra-do-diabo, é uma planta cuja droga vegetal consiste em raízes secundárias tuberosas, dessecadas e apresentadas fragmentadas ou pulverizadas. Para essa droga vegetal da raiz, a monografia farmacopéica estabelece teor mínimo de 1,2% de harpagosídeo.

Referências: [1]

A descrição refere-se especificamente à droga vegetal da raiz, e não a todas as formas de extrato ou produtos contendo a planta.

Quais usos da preparação fitoterápica estão documentados?

A informação se aplica à espécie, parte vegetal e preparação descritas na monografia. A referência não estabelece equivalência entre todas as preparações da planta.

Na monografia de preparação fitoterápica que abrange Harpagophytum procumbens DC. e Harpagophytum zeyheri, o uso descrito é o alívio de dores articulares moderadas e de lombalgia aguda.

Referências: [2]

A fonte trata de uma preparação que abrange H. procumbens e H. zeyheri; portanto, essa informação não descreve isoladamente qualquer extrato ou produto de H. procumbens.

Quais preparações da planta estão documentadas?

A informação se aplica à espécie, parte vegetal e preparação descritas na monografia. A referência não estabelece equivalência entre todas as preparações da planta.

Devem ser diferenciadas a droga vegetal obtida das raízes secundárias e as formas farmacêuticas com extrato seco padronizado. Para a preparação fitoterápica que abrange Harpagophytum procumbens e H. zeyheri, são descritas cápsulas e comprimidos gastroresistentes contendo extrato seco padronizado, expresso por harpagosídeo ou por iridoides totais expressos em harpagosídeo.

Referências: [3][4]

A monografia de formas farmacêuticas abrange H. procumbens e H. zeyheri e não especifica todas as possíveis preparações comerciais.

Quais cuidados da preparação fitoterápica estão documentados?

A informação se aplica à espécie, parte vegetal e preparação descritas na monografia. A referência não estabelece equivalência entre todas as preparações da planta.

Para a preparação fitoterápica que abrange H. procumbens e H. zeyheri, o uso é contraindicado para pacientes com cálculos biliares, menores de 18 anos, gestantes, lactantes e pessoas com hipersensibilidade ou alergia aos componentes. Como precaução geral, pacientes com úlcera gástrica ou duodenal, intestino irritável e litíase biliar não devem usar essa preparação fitoterápica; pacientes com afecções cardiovasculares devem utilizá-la com cautela.

Foram relatadas diarreia, náusea, vômito, dor abdominal, cefaleia, tontura e reações alérgicas cutâneas. Não foram observados efeitos induzidos pelo extrato de H. procumbens sobre o citocromo P-450, achado que a fonte apresenta como sugestivo de ausência de interação por essa via.

Referências: [5][6][7][8]

Os cuidados e as interações descritos referem-se à preparação fitoterápica da monografia, que abrange H. procumbens e H. zeyheri. A observação sobre citocromo P-450 é apresentada como sugestão e não exclui todas as interações medicamentosas.

Para profissionais

Informações técnicas de Harpagophytum procumbens DC. ex Meissn.

Identidade e controle de qualidade

A monografia estabelece características de identidade, preparo ou qualidade no contexto descrito. Não comprova eficácia clínica nem conformidade de um lote específico.

A monografia farmacopéica da droga vegetal da raiz descreve raízes secundárias tuberosas em pedaços ou fatias irregulares e documenta características microscópicas, como periderme com até 30 camadas celulares de arranjo radial. A identificação inclui cromatografia em camada delgada com harpagosídeo como solução de referência.

O teor mínimo de harpagosídeo é de 1,2%, e o doseamento é realizado por cromatografia líquida de alta eficiência com detecção ultravioleta a 281 nm. A droga deve ser armazenada em recipiente hermeticamente fechado, ao abrigo da luz e do calor.

Referências: [1][9][10][11]

Essas especificações documentam a identidade e o controle de qualidade da droga vegetal da raiz; não demonstram eficácia clínica de preparações ou produtos.

Cobertura documental de Harpagophytum procumbens DC. ex Meissn.
InformaçãoO que está disponível nesta página
Nome e identificaçãoNome nesta página: Harpagophytum procumbens DC. ex Meissn. Código DCB: 10721. Conferir esses dados ao comparar documentos, sais, hidratos ou outras variantes.
Monografia de qualidadeHá resposta baseada em monografia de identidade ou qualidade. Conferir a edição, a preparação e as especificações citadas; a monografia não atesta a conformidade de um lote adquirido.
Preparação fitoterápicaHá resposta baseada em monografia de preparação fitoterápica. Conferir nome botânico, parte utilizada, tipo de extrato e preparação no documento citado.

Como conferir identidade, preparação e especificações nas fontes

Consultar identificadores e dados de referência
Denominação
Harpagophytum procumbens DC. ex Meissn.
Código DCB
10721
Classificação na DCB
PM

Número CAS não confirmado nas fontes consultadas.

Identificadores químicos não estabelecem equivalência entre sais, misturas ou preparações.