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Echinacea purpurea (L.) Moench

Echinacea purpurea (L.) A informação se aplica à espécie, parte vegetal e preparação descritas na monografia. A referência não estabelece equivalência entre todas as preparações da planta.

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O que é Echinacea purpurea (L.) Moench no contexto da monografia?

A informação se aplica à espécie, parte vegetal e preparação descritas na monografia. A referência não estabelece equivalência entre todas as preparações da planta.

Echinacea purpurea (L.) Moench é conhecida popularmente como equinácea e pertence à família Asteraceae. No contexto do Memento Fitoterápico, a parte vegetal utilizada é a raiz.

Referências: [1]

A evidência citada identifica a planta e a parte utilizada, mas não apresenta uma definição botânica mais detalhada.

Quais usos da preparação fitoterápica estão documentados?

A informação se aplica à espécie, parte vegetal e preparação descritas na monografia. A referência não estabelece equivalência entre todas as preparações da planta.

No contexto da preparação fitoterápica descrita no Memento Fitoterápico, Echinacea purpurea (L.) Moench é indicada como preventivo e como coadjuvante no tratamento dos sintomas de resfriados.

Referências: [2]

A indicação pertence à preparação fitoterápica da monografia e não deve ser generalizada para qualquer parte da planta, extrato ou produto.

Quais preparações da planta estão documentadas?

A informação se aplica à espécie, parte vegetal e preparação descritas na monografia. A referência não estabelece equivalência entre todas as preparações da planta.

Devem ser diferenciados o extrato seco etanólico e a raiz seca pulverizada. A monografia descreve cápsulas e comprimidos contendo o extrato seco, além da raiz pulverizada apresentada em cápsulas. As preparações documentadas são administradas por via oral; planta pulverizada e extrato não são formas equivalentes por definição.

Referências: [3][4]

A fonte apresenta esquemas posológicos distintos, mas eles não são reproduzidos porque não devem ser convertidos em orientação individual.

Quais cuidados da preparação fitoterápica estão documentados?

A informação se aplica à espécie, parte vegetal e preparação descritas na monografia. A referência não estabelece equivalência entre todas as preparações da planta.

O fitoterápico é contraindicado para crianças, pessoas com hipersensibilidade aos componentes, esclerose múltipla, colagenose, SIDA, tuberculose, outras doenças autoimunes ou uso de imunossupressores. Para gestantes, a monografia diverge entre contraindicação e uso somente com orientação médica; lactantes não devem utilizá-lo sem essa orientação.

Recomenda-se cautela com fármacos metabolizados por enzimas CYP. Podem ocorrer febre, sintomas gastrointestinais e reações alérgicas, inclusive broncoespasmo. O uso não deve ultrapassar oito semanas sucessivas, pois o uso prolongado pode causar leucopenia. A monografia classifica o fitoterápico como sujeito a prescrição médica.

Referências: [5][6][7][8][9][10]

Há divergência interna sobre gestantes: uma seção apresenta contraindicação, enquanto outra admite uso com orientação médica.

A fonte menciona enzimas CYP sem especificar quais enzimas ou medicamentos estão envolvidos.

Para profissionais

Informações técnicas de Echinacea purpurea (L.) Moench

Características da preparação fitoterápica

A informação se aplica à espécie, parte vegetal e preparação descritas na monografia. A referência não estabelece equivalência entre todas as preparações da planta.

As principais classes químicas documentadas são fenilpropanoides, polissacarídeos e sesquiterpenos. Em contexto não clínico, extratos de Echinacea purpurea foram associados a mecanismos imunomoduladores, como ativação da fagocitose, estímulo de fibroblastos e aumento da mobilidade de leucócitos.

A atividade dos extratos aquoso e alcoólico parece depender da ação conjunta de alcamidas, polissacarídeos e derivados do ácido cafeico, especialmente o ácido chicórico. Em ensaios com roedores e estudos de genotoxicidade, os extratos não causaram toxicidade nas condições avaliadas.

Referências: [11]

Os mecanismos e resultados toxicológicos citados são experimentais e não demonstram, isoladamente, eficácia clínica ou segurança universal.

Cobertura documental de Echinacea purpurea (L.) Moench
InformaçãoO que está disponível nesta página
Nome e identificaçãoNome nesta página: Echinacea purpurea (L.) Moench. Código DCB: 10713. Conferir esses dados ao comparar documentos, sais, hidratos ou outras variantes.
Preparação fitoterápicaHá resposta baseada em monografia de preparação fitoterápica. Conferir nome botânico, parte utilizada, tipo de extrato e preparação no documento citado.

Como conferir identidade, preparação e especificações nas fontes

Consultar identificadores e dados de referência
Denominação
Echinacea purpurea (L.) Moench
Código DCB
10713
Classificação na DCB
PM

Número CAS não confirmado nas fontes consultadas.

Identificadores químicos não estabelecem equivalência entre sais, misturas ou preparações.