Guia de insumos

Arnica montana L.

Na monografia da Farmacopeia Brasileira, o insumo vegetal de Arnica montana L. corresponde aos conjuntos de flores secos, inteiros ou parcialmente fragmentados, chamados de inflorescências. A monografia estabelece características de identidade, preparo ou qualidade no contexto descrito. Não comprova eficácia clínica nem conformidade de um lote específico.

Nesta página

O que a monografia descreve sobre Arnica montana L.?

A monografia estabelece características de identidade, preparo ou qualidade no contexto descrito. Não comprova eficácia clínica nem conformidade de um lote específico.

Na monografia da Farmacopeia Brasileira, o insumo vegetal de Arnica montana L. corresponde aos conjuntos de flores secos, inteiros ou parcialmente fragmentados, chamados de inflorescências. As flores têm coloração amarelo-alaranjada e se agrupam em estruturas denominadas capítulos, com flores alongadas na periferia e flores tubulares na região central. Essa definição se refere à parte floral seca da planta.

Referências: [1][2]

A monografia define a droga vegetal floral e seus critérios de qualidade; não demonstra eficácia clínica.

Quais usos da preparação fitoterápica estão documentados?

A informação se aplica à espécie, parte vegetal e preparação descritas na monografia. A referência não estabelece equivalência entre todas as preparações da planta.

As preparações de Arnica montana L. descritas no Formulário de Fitoterápicos têm uso auxiliar externo, em pele íntegra, para adultos e pessoas acima de 12 anos. A fórmula 1, preparada por infusão e aplicada como compressa, é descrita como auxiliar no tratamento de contusões, distensões e erupções por picadas de insetos, nos casos de equimoses e hematomas.

As fórmulas 2 a 5 são destinadas a auxiliar no alívio dos sintomas de contusões, entorses e dores musculares localizadas. Esses usos se restringem às preparações especificadas no formulário.

Referências: [3][4][5][6]

Os usos descritos não devem ser estendidos à planta em qualquer preparação nem a produtos orais.

Quais preparações da planta estão documentadas?

A informação se aplica à espécie, parte vegetal e preparação descritas na monografia. A referência não estabelece equivalência entre todas as preparações da planta.

No Formulário de Fitoterápicos, devem ser diferenciadas a infusão, as tinturas, o gel com extrato líquido e a pomada com tintura de Arnica montana L., todos destinados ao uso externo. A fórmula 1 utiliza a droga vegetal seca e cortada em fragmentos para infusão. As fórmulas 2 e 3 empregam tinturas das flores obtidas por percolação, com diferentes relações entre droga vegetal e extrato. A fórmula 4 incorpora extrato líquido em gel base; a fórmula 5 incorpora uma das tinturas em pomada simples.

Referências: [4][6]

A comparação se limita às preparações fitoterápicas do formulário; não abrange apresentações antroposóficas ou homeopáticas.

Quais cuidados da preparação fitoterápica estão documentados?

A informação se aplica à espécie, parte vegetal e preparação descritas na monografia. A referência não estabelece equivalência entre todas as preparações da planta.

Para as preparações fitoterápicas de Arnica montana L. do formulário, o uso é somente externo, em pele íntegra: não devem ser ingeridas nem aplicadas em feridas abertas. São contraindicadas durante a gestação e a amamentação, para menores de 12 anos e para pessoas alérgicas aos componentes ou a plantas da família Asteraceae.

Podem ocorrer coceira, vermelhidão e eczema; em casos isolados, reações alérgicas com bolhas e necrose. Ao primeiro sinal de reação adversa, o uso deve ser interrompido e um médico consultado. Também é necessária consulta se os sintomas piorarem ou persistirem por mais de três a quatro dias.

Referências: [5]

Os trechos fornecidos do formulário não documentam interações medicamentosas específicas.

As contraindicações apresentadas se restringem às preparações fitoterápicas dessa monografia.

Para profissionais

Informações técnicas de Arnica montana L.

Identidade e controle de qualidade

A monografia estabelece características de identidade, preparo ou qualidade no contexto descrito. Não comprova eficácia clínica nem conformidade de um lote específico.

A Farmacopeia Brasileira documenta identificação botânica, ensaios cromatográficos, limites de qualidade e armazenamento para a droga vegetal floral de Arnica montana L. A identificação inclui cromatografia em camada delgada, enquanto o doseamento dos sesquiterpenos lactônicos totais utiliza cromatografia líquida de alta eficiência com detector ultravioleta a 225 nm.

Os limites máximos de perda por dessecação e cinzas totais são de 10,0% cada. Também são exigidos testes microbiológicos, de metais pesados e de resíduos de agrotóxicos. O material deve permanecer em recipiente hermeticamente fechado, protegido da luz e do calor.

Referências: [2][7][8]

Os ensaios e limites documentam qualidade da droga vegetal, não eficácia terapêutica.

O detalhamento do teor expresso em marcador foi omitido devido à divergência de nomenclatura entre a definição e o doseamento.

Cobertura documental de Arnica montana L.
InformaçãoO que está disponível nesta página
Nome e identificaçãoNome nesta página: Arnica montana L. Código DCB: 9894. Conferir esses dados ao comparar documentos, sais, hidratos ou outras variantes.
Monografia de qualidadeHá resposta baseada em monografia de identidade ou qualidade. Conferir a edição, a preparação e as especificações citadas; a monografia não atesta a conformidade de um lote adquirido.
Preparação fitoterápicaHá resposta baseada em monografia de preparação fitoterápica. Conferir nome botânico, parte utilizada, tipo de extrato e preparação no documento citado.

Como conferir identidade, preparação e especificações nas fontes

Consultar identificadores e dados de referência
Denominação
Arnica montana L.
Código DCB
9894
Classificação na DCB
PM

Número CAS não confirmado nas fontes consultadas.

Identificadores químicos não estabelecem equivalência entre sais, misturas ou preparações.